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quinta-feira, 26 de junho de 2014

Espelhos foscos


Poema de Tarso Correa


Espelhos foscos


A tua verdade,
Espelho opaco a não refletir,
A tua realidade, visualizada, tateada, sentida, sofrida,
Vaga veracidade;
Posse de todos,
Cegos, mas não mudos,
Que tolos pregam a única verdade,
Realidade míope de pobres surdos,
Que gritam mas não ouvem;
Rastejam no espaço limitado dos seus limites,
Tateando a pequenez da tua certeza engaiolada,
Humilhados pela dúvida dos que não creem,
No dogma da sua veridicidade violada.
Querem impor sua vontade,
Como única e irrevogável,
Simples coletânea de retalhos
De pobres espantalhos.

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